1 – Quanto maior o cano, maior o aproveitamento da potência da munição no lançamento do projetil. Ou seja, maior transferência de energia com o impacto do projetil no alvo.

2 – Quanto maior o cano, maior estabilidade no lançamento do projetil, o que acarretará uma melhor precisão no tiro.

3 – Canos de 2” polegadas serão encontrados em boas armas para porte velado, mas jamais apresentarão a precisão e aproveitamento da potência próximos ao canos de 4”. A diferença será perceptível. Calibres pesados nesse tipo de armamento não terão seu máximo aproveitamento e a recuperação da visada será tarefa árdua.

4- A preocupação com o tamanho da arma e sua portabilidade velada é legítima, mas o excesso de preocupação com esse aspecto pode levar o operador a utilizar uma arma com baixa precisão e baixa capacidade, o que poderia ser uma grande desvantagem no embate.

5 – O fator mais importante para o bom funcionamento da arma é a sua manutenção periódica, minuciosa e sagrada.

6 – O segundo fator mais importante é o treinamento periódico, repetitivo, exaustivo e sagrado do operador.

7 – O terceiro fator mais importante é a qualidade e boa conservação da munição utilizada.

8 – Munição para porte, só original ( sem exceções).

9 – Calibre permitido, somente munição +P.

10 – Munição se troca no máximo de 1 em 1 ano. O ideal seria de 6 em 6 meses.

11 – Qualquer calibre dá conta do recado, o mais importante é saber colocar o tiro no lugar certo (centro de tórax e cabeça, preferencialmente centro de tórax).

12 – Não use .22 para a defesa. Esse calibre é para diversão em estande.

13 – Revolver é mais confiável que pistola.

14 – Pistola é mais operacional que revolver em razão da capacidade e cadência de tiros.

15 – Se possível, tenha mais de uma arma e porte um backup.

16 – Essa história de que a maioria dos confrontos tem apenas 3 disparos numa distância média de 5 metros é estatística. Esteja sempre pronto para um cenário pior. Vai que logo no seu caso a situação venha a exigir 10 disparos a 15 metros…

17 – Tenha intimidade com o seu armamento, que ele seja um extensão do seu corpo e que o seu uso seja algo instintivo e natural.

18 – Nenhum equipamento é 100% confiável.

19 – Efetue quantos disparos forem necessários para neutralizar a ameaça. E, se possível, porte um carregador sobressalente.

20 – Sempre efetue mais de um disparo.

21 – Ser julgado por 7 é melhor que ser carregado por 6.

22 – Quanto mais se treina, mais sorte se tem no combate.

23 – Treinar nunca é demais.

24 – Treinar nunca é demais.

25 – Treine seu psicológico. Simule mentalmente situações de embate e a sua reação diante delas. Combate na rua, combate de dentro do carro, combate em uma invasão domiciliar. Etc.

26 – Saque primeiro.

27 – Dispare primeiro.

28 – Em um embate, busque cobertura assim que possível.

29 – Não seja atingido.

30 – Caso atingido, não entre em pânico.

31 – Caso atingido, primeiro elimine a ameaça e depois resolva seu ferimento.

32 – Anteveja possíveis ameaças.

33 – Esteja alerta e permaneça vivo.

34 – Na dúvida, desconfie.

35 – Só saque uma arma se estiver disposto a atirar

36 – Se for surpreendido, não saque. Pense e espere pela janela de oportunidade para sacar.

37 – Porte a arma em uma posição confortável no seu corpo e de rápida acessibilidade.

38 – Treine saques exaustivamente.

39 – Treine saques novamente, eles serão mais úteis do que você imagina.

40 – Complete o resto da lista com suas próprias experiências.